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Conheçam a Maria Garcia

A Maria tem 37 anos e é uma apaixonada pela Vida!

Pragmática, com um talento natural para a organização e simplificação

Cresceu rodeada de exemplos de grande inspiração que continuam a ter um grande impacto na sua vida.

Os seus pilares assentam no Amor e na Família, pelos quais se transforma numa lutadora atuando como guardiã do seu tesouro mais valioso.

Acredita no trabalho e persistência para a construção de relações sólidas e duradouras, não baixa os braços e luta sempre perante as adversidades, retirando sempre o lado positivo de todas as situações.

Completa-se a ajudar pessoas e é através da DFS que contribui para esta causa que tanto a fascina.

Se a Maria fosse um animal, qual seria e quais as semelhanças? 

Seria um cão. Adoro estar em família e desfrutar dos meus, mas se for necessário, sou uma lutadora.

 

De que mais te orgulhas?

Orgulho-me de levar 10 anos partilhando a minha vida com um homem maravilhoso com quem tenho construído uma família lindíssima e que amo com loucura.

Nasci nos anos 80, pertenço a uma geração muito bem preparada para ser e ter tudo na vida com esforço e trabalho, mas com pouca tolerância para as coisas de que não gostamos. Nas relações de casal a tolerância é mesmo necessária. Tive a sorte de encontrar uma pessoa que, sem ter muita tolerância estava disposta a aprender, e juntos, temos sido capazes de construir uma relação sólida baseada em compreensão, constância e compromisso. Temos de continuar a trabalhar todos os dias para que se mantenha assim.

 

Qual o teu maior medo? 

O meu maior medo é que os meus 3 filhos fiquem sem mãe sendo ainda dependentes.

Cresci com a minha mãe e o meu irmão. A minha mãe sempre foi a minha grande inspiração, não só porque assumiu o papel de mãe e pai, mas também porque sempre foi uma lutadora, uma amiga, uma pessoa com um sorriso que iluminava o mundo. Morreu quando eu tinha 33 anos. Tenho imensas saudades dela, mas quando a perdi agradeci ter acontecido sendo eu já crescida. Tenho imenso medo que algo me aconteça e que os meus filhos pequenos não possam desfrutar da proteção e do amor de mãe que eu tive a sorte de ter.  

 

Qual o teu maior talento/expertise, ou seja, o que fazes verdadeiramente bem e com prazer?

Adoro organizar, sejam pessoas, equipas ou lares. Tenho um mestrado em Gestão e em Direito e a minha expertise profissional é a gestão de marketing e vendas. Durante o meu percurso profissional tenho desenvolvido aptidões que, junto com o meu talento inato para a organização e simplificação, têm ajudado a conseguir grandes resultados, tanto no mundo dos negócios como no pessoal.

 

Como descreverias o teu dia ideal?

O meu dia ideal começa por acordar cedo, antes do nascer do sol, e tomar um duche e vestir-me para o trabalho. Depois acordar os meus filhos, preparar o pequeno-almoço e sair rápido para que todos cheguemos a horas. Com as crianças já na escola, ligar a rádio espanhola no carro e cantar até ao meu local de trabalho, onde espero chegar antes das 9 para ter tempo de descarregar os emails e dar um beijinho à gente madrugadora. Começar um dia de reuniões, trabalhar com a minha equipa, sentir que tudo está bem e que estamos a fazer um ótimo trabalho. Voltar a casa por volta das 18:00 para poder brincar com as crianças e dar-lhes oportunidade de que partilhem comigo o seu dia. Jantar em família, escovar os dentes, ler uma história até que as crianças adormecem. Deitar-me na minha cama extra grande com meu marido e ver televisão até adormecer com um sorriso no rosto.  

 

Porque decidiste ser voluntária na DFS?

Quando encontrei o DFS, fiquei fascinada, porque ao longo de nossas vidas todas as pessoas passam por estágios em que precisamos de novas ferramentas, mas nem sempre sabemos como obtê-las. Ter o apoio de uma associação que ajuda as pessoas sentirem-se compreendidas, apoiadas e incentivadas é admirável e único, por isso quis fazer parte deste projeto e assim poder contribuir ajudando outras pessoas.

Aqui foi desvendado um pouco desta Mulher, dedicada à família, confiante e que sabe, exactamente, o que é, para ela, verdadeiramente importante …


Entrevista feita pela Sandra Oliveira

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