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O que tanto nós procuramos?

O Ser Humano por norma é insatisfeito.

Se meditarmos um pouco sobre o assunto, chegamos à conclusão de que todos andamos à procura da FELICIDADE incondicional e contínua uma felicidade que depende muito pouco das condições externas e que persistirá, apesar das mudanças transitórias que passam por nós na vida.

É claro que se uma pessoa experimenta uma limitação da sensação de bem-estar, tanto físico como emocional e mental, a possibilidade de que se manifeste esse estado de felicidade interna é bloqueada.

Mas, o modo como vemos os três momentos no tempo: passado, presente, futuro é fulcral para a alcançarmos a Felicidade.

Há pessoas que olham para trás e são demasiado duras consigo próprias: não se perdoam nem cicatrizam. É fundamental virar a página.

Também há pessoas que olham para o futuro e vêem tudo negro, caindo na resignação ao acreditarem que o futuro não lhes pertence e não depende delas. E ainda os que olham (e vivem) o presente sem viverem, instaladas no que foi ou no que será, deixando que o dia-a-dia lhes fuja das mãos sem o saborearem, sabendo que cada momento é único e irrepetível e que jamais regressará. E por fim há pessoas que carregam três problemas em simultâneo: aqueles que tiveram, aqueles que têm e aqueles que esperam vir a ter.

O que realmente importa é estar 100% no momento presente, no aqui e agora pois só assim somos conduzidos a um estado de serenidade interior e consequentemente à felicidade.

Nós já somos felicidade, só temos de aprender a ligarmo-nos. Mas como?

Através da meditação pois em cada um de nós existe uma voz interior que tudo sabe, que sempre indica (embora de modo subtil, com sinais) por onde avançar. Mas tem de se saber ouvi-la. Encontra-se no interior de cada individuo e nunca se manifesta de modo brusco, mas sim com delicadeza. A voz interior conduz-nos à felicidade e acredita tanto na liberdade individual, na capacidade de escolher que todos temos, que só nos dá indicações, mas nunca imposições claras e contundentes. E deixa-o sempre decidir, deixa-o ter a última palavra, embora esteja sempre presente em caso de querer recorrer aos seus serviços. Mas atenção, estar em silêncio, não é estar calado, é algo mais, é ligar-se ao seu eu mais profundo, à sua essência.

É nessa altura que (re) encontramos a felicidade e é tão simples! 

Ana Marta Araújo

Homeopata Clássica Unicista

FB: homeopatia ana marta araujo
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